Diário da Manhã

Contraponto - Che Guevara, um fetiche

O motoqueiro argentino Ernesto Che Guevara foi chave ao lado de Fidel Castro para impor a terrível ditadura que vigora em Cuba desde o final da década de 1950.

Homofóbico e racista Che esteve com Fidel em todas as atrocidades perpetradas na ilha. “O livro negro do Comunismo – Crimes, Terror e Repressão” organizado por Stéphane Courtois chefe do Centro Nacional de Pesquisa Científica francês e dirigente da revista “Communisme” relatada alguns crimes desse assassino impiedoso que se torna ídolo de intelectuais, clérigos e jovens mundo afora.

Nessa Cuba se diz, por exemplo, que “o opositor é um doente, e o policial o seu médico. O prisioneiro será libertado quando inspirar confiança ao policial. Sem aceitar a ‘cura’, o tempo não conta”. Típico sociopata Che declarou: “Não posso ser amigo de uma pessoa que não compartilha as minhas ideias”. Régis Debray, francês que veio encher o saco dos latinos disse que “foi Che e não Fidel que inventou, na península de Guanaha, o primeiro campo de trabalho corretivo (diríamos de trabalhos forçados...).”

Segundo Courtois, em 1978 Cuba tinha cerca de 20 mil prisioneiros de opinião. Desde que Fidel e Che chegaram ao poder mais de 15 mil pessoas foram fuziladas sem julgamento. Papito Struch, chefe das prisões do sul disse, em 1974, que “os detentos constituem a principal força de trabalho de Cuba.” Mais: no “universo carcerário de Cuba, a situação das mulheres é especialmente dramática, uma vez que elas são entregues sem defesa ao sadismo dos guardas”. Só em Las Victorias de Las Tunas, em 1986, eram 3 mil mulheres presas sujeitas a espancamentos e humilhações, como serem submetidas a revistas intimas na presença dos maridos.

A lista de atrocidades é tão longa que citamos só mais uma: nos anos de 1990 numa população de 11 milhões perto de 2 milhões de cubanos viviam fora de Cuba depois de fugirem do paraíso orquestrado por Che Guevara e Fidel. Alguém, algum dia, ouviu falar de alguém que tenha fugido PARA a Cuba do motoqueiro sanguinário

Pois é, diante das atrocidades desse ensandecido como se explica que tanta gente com cérebro privilegiado, como já disse intelectuais de renome, professores, padres, sociólogos, jornalistas, escritores fiquem venerando, endeusando Che Guevara?
Estava conversando sobre isso com meus botões quando me veio à mente a palavra fetiche. É isso, Guevara virou fetiche. E o que é um fetiche?

Fetiche é um substantivo masculino com origem no termo francês fétiche, e pode significar objeto enfeitiçado ou comportamento, parte do corpo ou objeto que desperta excitação sexual. Pode ser sinônimo de feitiço; fetiche pode estar relacionado com o misticismo, representando um amuleto ou um ídolo, com origem obscura e com poderes mágicos ou sobrenaturais.

Conforme o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa fetiche é um objeto animado ou inanimado, feito pelo homem ou produzido pela natureza, ao qual se atribui poder sobrenatural e se presta culto. É também pessoa que se venera e obedece às cegas.  E diz que fetichismo é o culto de objetos materiais, considerados como a encarnação de um espírito, ou em ligação com ele, e possuidores de virtude mágica. Afirma, ainda, que pode ser partidarismo faccioso e subserviência total.

No âmbito da psicologia, o fetiche tem conotação sexual, representando um comportamento específico que encontra prazer em certas atividades, objetos ou partes do corpo. Um fetiche comum é o fetiche por pés, conhecido como podolatria. Em sentido figurado, o fetiche pode representar uma pessoa admirada por outra, que é seguida e cujas ordens são obedecidas cegamente.

É isso, Guevara é um fetiche e ai, indiada buena, não adianta tentar conversar com o vivente a respeito: vira questão de fé!

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