Política

Centrais pedem adiamento da votação da reforma da Previdência

Autor: Redação Diário da Manhã

Pauta considerada “chave” para a União é tema de constantes polêmicas desde que foi proposta

Representantes das centrais sindicais reuniram-se com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para pedir que a reforma da Previdência não seja votada este ano. A previsão é que a matéria comece a ser discutida no dia 19.

As centrais pedem que a questão seja bem discutida com a sociedade nas eleições e que fique a cargo do próximo governo.

"Não há possibilidade nenhuma de esse assunto que a maioria da sociedade ainda não compreendeu direito e quem compreendeu sabe que será prejudicial se for votado. É preciso retirar da pauta e fazer um amplo debate com a sociedade", disse a vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carmen Helena Ferreira Foro. A reunião ocorreu, ontem (07), na residência oficial de Maia em Brasília.

Participaram da reunião, além da Força Sindical e da CUT, representantes da Nova Central Sindical de Trabalhadores, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). De acordo com os participantes, Maia reforçou o que já havia dito à imprensa, que colocará a reforma para votação caso haja votos suficientes para a aprovação.

Na segunda-feira (5), o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o governo precisa de cerca de mais 40 votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados e que conseguirá alcançar o total necessário – 308 votos – até o dia da votação, em fevereiro.

PSDB fecha questão

A Executiva Nacional do PSDB decidiu ontem (7) reafirmar o fechamento de questão e orientou que os 46 deputados da legenda votem pela aprovação da reforma da Previdência, mesmo com a bancada dividida na Câmara. O presidente da legenda e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, garantiu, no entanto, que quem votar contra não sofrerá nenhuma sanção interna. A medida já havia sido aprovada na reunião da Executiva em dezembro.

Alguns governadores presentes à reunião em Brasília destacaram a necessidade de fazer reforma da Previdência também nos estados. O governador Pedro Taques, do Mato Grosso, adiantou que fará uma reforma previdenciária no estado nos próximos três meses, elevando a contribuição de 11% para 13%.

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