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Pets aquecidos

Autor: Aline Prestes
Pets aquecidos
Infográfico Henrique Peter

Dias frios exigem que animais de estimação recebam cuidados específicos para garantir sua qualidade de vida

Ter um bichinho de estimação tem se tornado cada vez mais frequente em lares no Brasil. Muitas pessoas os adotam procurando companhia e carinho. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013 (último levantamento disponível), cerca de 44,3% dos domicílios no país já possuíam pelo menos um cachorro e 17,7% ao menos um gato. Esse número é equivalente a uma população de 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos.

Essa realidade traz consigo a responsabilidade dos tutores em relação ao cuidado com a saúde desses animais, principalmente com a aproximação do inverno. De acordo com a Veterinária da Certagro Pet Shop, Daniela Pimentel Chaves, salvo algumas raças resistentes ao frio, como as nórdicas, os cães sofrem com as baixas temperaturas da mesma forma que os humanos. “Portanto, é essencial não descuidar de seus peludos durante as baixas temperaturas. Além disso, tenha especial cuidado se seu cão sofre de alguma enfermidade, sobretudo de origem respiratória, ou se for: filhote, idoso, raça pequena ou animal com poucos pelos”, aponta ela.

Uma dieta nutritiva, equilibrada e de boa qualidade é a base para que tanto os humanos como os animais de estimação se mantenham saudáveis, explica Daniela. “Em épocas de frio, não deixe de dar ao seu amigo peludo um alimento –caseiro ou comercial– adequado para seu tamanho, idade e características particulares. Um cão bem alimentando terá suas defesas altas e a possibilidade de que ele adoeça serão menores. Mas não confunda qualidade com quantidade. Assim, não superalimente o seu animal de estimação. Isso o levará ao sobrepeso. E lembre-se das consequências negativas que esta condição gera tanto em pessoas como em animais. O mais provável é que seu peludo reduza sua atividade física em dias de frio extremo, dê muita atenção a quantidade de comida que você dá a ele. Ante a menor dúvida, consulte o veterinário para que ele indique as quantidades convenientes”, aborda.

Daniela também alerta que é ideal, diante de baixas temperaturas, que o animal permaneça parte do tempo dentro de casa. Se não for possível, ao menos garantir que ele esteja bem protegido, isolado da umidade, chuva e do frio. “Tente planejar as saídas em horários em que faça menos frio. E nos dias em que as temperaturas estiverem muito baixas, reduza o tempo dos passeios. O importante é evitar as mudanças bruscas de temperatura. Não é bom que, se o animal estiver em um ambiente quentinho, de repente levá-lo à rua sem nenhum tipo de proteção, como roupas e agasalhos”, comenta.

A veterinária ressalta que a pelagem dos cães é uma das principais ferramentas para que ele se defenda das mudanças climáticas. “Se passou pela sua cabeça a ideia de levá-lo ao banho e tosa para cortar seus pelos, adie a tosa até a primavera. Mas, escove-o frequentemente para manter seu manto de pelos bem cuidados, removendo os pelos mortos. Quando for dar banho nele, faça isso em um lugar quente e afastado das correntes de ar. Embora ele possa resistir, utilize um secador de pelos para evitar que ele passe muito tempo molhado. E se você notar que seu nariz e as almofadinhas das patas estão um pouco ressecadas pelo frio, passe algum produto recomendado pelo veterinário para estes casos específicos”, finaliza.

Exemplos de cuidado e amor

A jornalista Paula Taísa Steffenon demonstra sua paixão e cuidado por suas cachorrinhas Cacau e Lilica, em todas as estações, usando roupas diferencias, produzindo caminhas e levando regularmente no veterinário. “Eu tenho duas cachorras pinscher e elas são muito friorentas. Costumo brincar que o frio está lá em Carazinho e elas já estão sentindo aqui em Passo Fundo. Nesse período de temperaturas mais baixas, sempre estão agasalhadas. Muitas pessoas até acham que as roupinhas são por pura estética, mas no caso delas, que o corpo não produz a temperatura ideal, são uma necessidade”, explica.

Paula cita que sua maior preocupação era manter elas aquecida principalmente a noite, pois quando saiam da cama arrastavam as cobertas, ficando difícil de mantê-las cobertas a noite toda. “Nesse ano, decidi fazer uma caminha em que as cobertas ficassem presas. A partir de um modelo que uma amiga havia me mostrado, adquiri alguns metros de tecidos quentes e costurei em um travesseiro, foi a solução, elas podem sair e voltar para a caminha e as cobertas estão ali. Nos dias frios, elas passam a maior parte do tempo embaixo das cobertas”, descreve.

Já a proprietária de uma agência de marketing em Lagoa Vermelha, Gisele de Souza, relata que forra as casinhas que ficam no pátio com cobertores, prendendo com uma grampeadeira para não arrastarem pelo pátio. “Mas ainda assim eles sempre arrancam e colocamos tudo de novo. Os gatos eu acabo deixando dormirem com a gente mesmo, embaixo das cobertas”, comenta ela.

  • Foto: Arquivo Pessoal
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